Quem somos nós
Apaixonadas pelo Sumi-e
O Sumi-e Brasil surgiu por iniciativa de Marissol Hiromi Takano e Mikhaela Hanae Kawahara, apaixonadas pela cultura japonesa, sua história, delicadeza e força, suas formas de expressão e, em especial, a Arte Sumi-e. A busca constante por conhecimento resultou em descobertas referentes às técnicas empregadas por diversos artistas em diferentes épocas, assim como do propósito das artes do dô no dia a dia do povo japonês. Nossa missão é divulgar e transmitir esse conhecimento a fim de preservar a cultura de nossos ancestrais por meio da arte sumi-e.


Artes do Dō: caminho, tradição e estética
Com o convite à contemplação, o Sumi-e ( 墨 絵 ) emerge
como um caminho para traduzir a escuta silenciosa em
gestos visuais. Assim como o Cerrado inspirava Ezechias
Heringer, que ouvia com paciência e reverência, o Sumi-e nos guia a captar a essência da natureza, unindo tradição e presença no instante.
Pensar o Sumi-e como arte do Dō é recuperar o valor do
processo, da repetição sensível e da escuta do instante. O Dō não é um “retorno ao passado” – é um convite a estar
inteiro no presente. Por meio do Sumi-e, a tradição se
atualiza no corpo que pinta, e o gesto torna-se ponte entre técnica e espírito, ética e estética, silêncio e expressão.
O Sumi-e ensina a pintar com o Kokoro (心), o coração, e a guiar-se por ele na vida. Em tempos de aceleração e
distrações, a prática de uma arte zen oferece alívio
emocional, reintegração interior e harmonização com o
ambiente.
Ao conectar tradição, gesto e sensibilidade, a arte Sumi-e torna-se um recurso estético, ético e terapêutico. Cada
pincelada é um passo a caminho do autoconhecimento. Seu ensino, longe de expositivo ou rígido, revela-se como partilha e presença, ou seja, como Denshō (伝承).
Sumi-e: Arte e Filosofia
Nossa Missão
Nossa missão é promover, preservar e difundir as artes tradicionais japonesas, com vistas ao desenvolvimento humano, à sustentabilidade e ao fortalecimento das relações de amizade entre o Brasil e o Japão.
Nossa Visão
Nossa visão é ser referência na preservação, no ensino, e na difusão da pintura sumi-e e das tradições artísticas japonesas, respeitando seus fundamentos e promovendo sua expressão contemporânea.


Recortes do Cerrado

Exposição Recortes do Cerrado
Sensibilização para o bioma Cerrado e educação ambiental por meio da pintura Sumi-e. As atividades no âmbito deste projeto visam informar e sensibilizar o público sobre a importância das unidades de conservação da Biosfera do
Cerrado. Por meio da arte, busca-se da visibilidade à flora e fauna do Cerrado.
As etapas do projeto incluiram uma exposição, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, com a apresentação de pinturas de artistas brasileiros e japoneses. Durante o período da exposição, de 05 a 26 de novembro de 2025, foram realizadas palestras sobre temas ligados à arte sumi-e e à sustentabilidade. Essa exposição e palestras foram publicadas no livro homônimo. Em continuidade, estão sendo realizadas exposições itinerantes, em escolas e órgãos públicos.

Tamanduá - bandeira
Tamanduá - bandeira em sumi-e recebeu certificado e reconhecimento internacional pela International Association of Sumi do Japão - Tohun Kobayashi

Densho: o Caminho do Sumi-e no Brasil
O projeto Densho: o Caminho do Sumi-e no Brasil consiste em apresentar a trajetória da pintura sumi-e e da arte japonesa, desde a sua chegada ao Brasil, na bagagem dos primeiros imigrantes, até os dias atuais. Essa iniciativa doInstituto Sumi-e Brasil, sob a liderança da artista Hiromi Takano, é uma proposta de integração da arte sumi-e ao patrimônio artístico-cultural brasileiro.Em 2022, a exposição inaugural do projeto, realizada por Hiromi Takano, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, reuniu 72 pinturas sumi-e, incluindo obras de artistas brasileiros e japoneses: Hiromi Takano; MikhaelaKawahara;Hayashi Teiji (embaixador do Japão no Brasil); Mestre Ransui Yakata (Presidente do International Chinese Calligraphy and Ink Painting Society - ICCPS); alunos doInstituto Sumi-e Brasil; alunos da escola pública CED Agrourbano Ipê.

LIVRO
Embaixador Hayashi Teiji, Hiromi Takano, Mikha Kawahara
O livro Densho: O Caminho do Sumi-e no Brasil foi oficialmente lançado durante o evento Shinnenkai, realizado na Embaixada do Japão, em Brasília, em 2024. O evento de lançamento contou com o apoio e presença do Excelentíssimo Senhor Embaixador do Japão no Brasil, Hayashi Teiji, que prefaciou o livro.

@sumie_brasil
Atualizações no Instagram
Exposição de Pinturas do Evento: Cine Imigração - Cine Brasília realizado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) - Organização das Nações Unidas (ONU)
Brasília - DF




Nossas Atividades
Aprender e Realizar

Oficina de Sumi-e - Cine Migração - OIM - ONU - Cine Brasília
Oficinas de Sumi-e no Templo Shin Budista


Para todas as idades
Nossas aulas
Aulas de Sumi-e
Pronto para aprender algo novo e que tenha impacto positivo na sua vida? Nossas aulas também ajudam a tranquilizar a mente, melhorar a atenção e a percepção. Turmas disponíveis no Templo Shin Budista e no Edifício Victória Office Tower.

Expressão de Sentimentos
Concentração, disciplina, detalhamento e contemplação estão presentes nessa arte oriental que expressa o sentimento do artista.

Concentração
Disciplina


ATENÇÃO
PRÁTICA


Sumi-e- Take
Hiromi Takano

Nihonga - Momiji
Hiromi Takano

Sumi-e - Paisagem com Lago I
Mikha Kawahara

Sumi-e - Ran ( Orquídea Selvagem)
Mikha Kawahara

Sumi-e: Estudo de Paisagem com Lago - Mikha Kawahara



Sumi-e: Neko - Kakejiku - Mikha Kawahara
Sumi-e: Ameixeira Pequena - Kakejiku - Mikha Kawahara
Sumi-e: Lago com Carpas - Hiromi Takano

CARPAS AUSPICIOSAS
Hiromi Takano

Suibokuga "Caliandra"
Hiromi Takano
Nossas obras
Hiromi Takano e Mikha Kawahara



Kuromatsu
Mikha Kawahara
Shin Soe Hakai
Hiromi Takano
Crisântemos
Mikha Kawahara
Nossas Obras
Sumi-e, Bokusiga, Nihonga

Gueixa
Hiromi Takano

Kuanyn
Mikha Kawahara
Carpas
Hiromi Takano

Kuromatsu
Mikha Kawahara

Nossas criações
O sumi-e é uma prática que une a arte e a concentração, fazendo uso da água como meio e do sumi (tinta à base de carvão) para expressar a forma. Extraindo tonalidades e deslizando o pincel sobre a superfície do papel, cria-se uma percepção cromática e uma sugestão visual do que é essencial para o artista. (TAKANO e KAWAHARA, 2020).
Sansuiga: Montanhas Água Sakura

Mikha Kawahara
No Japão, as pinturas clássicas de paisagens são chamadas de Sansuiga( imagens com montanha e água). Nos tempos antigos acreditava-se no grande poder da natureza e que as montanhas e rios eram a morada dos deuses. Por isso, essas pinturas eram encontradas em paredes de templos como representações e ideais, assim como um meio de honrar a natureza. As fortes pinceladas em contraste com a bruma dão dimensão ao universo poético, criando harmonia entre a forma e o espírito e, ao mesmo tempo, transmitindo o poder da ordem natural.
Samurai X

Mikha Kawahara
Samurai X ou Rurouni Kenshin - Meiji Kenkaku Romantan - é uma série de mangá criada pelo artista Nobuhiro Watsuki e posteriormente adaptada para o anime. A série é ambientada nos primeiros anos da Era Meiji no Japão feudal e conta a história de Kenshin Himura.
Trio de Carpas Auspiciosas

Hiromi Takano
Simboliza prosperidade, longevidade e fertilidade. Segundo uma antiga lenda, a carpa almejava atingir o topo da montanha mais alta onde encontraria a fonte do rio onde realizava a desova. Como peixe, nadou e saltou cascatas e pedras, até onde houvesse água. Para prosseguir, modificou o corpo adquirindo garras de ave, corpo de serpente de forma a superar os obstáculos que apareciam. Durante o percurso, foi tornando-se forte e resiliente, chegando finalmente ao topo da montanha como um poderoso dragão.
Entre em contato
55(61)98189-6698
©2018 by Sumi-e Brasil. Proudly created with Wix.com

Shikunshi do Cerrado
Hiromi Takano e Mikha Kawahara
Resumo:
Este ensaio realizado com pinturas em sumi-e investiga as possíveis semelhanças entre o tradicional Shikunshi (quatro senhores) do Japão e as plantas do Cerrado brasileiro, associando a morfologia dos Shikunshi tradicionais com as das plantas brasileiras: Colestênia, Taquari, Caliandra e Cagaita. A mesma técnica de pintura sumi-e empregada na pintura desses shikunshi foi empregada na pintura das plantas do cerrado, resultando em semelhanças morfológicas. Dessa forma, poderemos nos apropriar dessa antiga técnica de pintura japonesa e utilizar seus fundamentos na pintura de temas atuais, preservando, dessa forma, tanto a tradicional técnica de pintura sumi-e quanto a flora do cerrado.
Artigo completo disponível em:
https://sumiebrasil.wordpress.com/2021/12/30/shikunshi-do-cerrado-2/
Entre em contato







